Ás vezes tenho vontade de te chamar assim:
meu amor.
Não como quem pede um copo de água da cozinha
assim:
“trazes-me um copo de água da cozinha, meu amor?”
Mais como quem percebe toda a dor que te vai no corpo,
que entende todos os ossinhos que te doem
(ainda que sem conhecimento algum de anatomia).
E então eu digo assim:
“meu amor…”
E cabem nas reticências todas as ternuras que possuo.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s